CISNE NEGRO
Neste filme presenciamos a ruptura com o que muitos de nós estamos acostumados a ver.
Uma versão mais orgânica do "lago do Cisne" de Tchaikovsky.
Representada na personagem de Natalie Portman, Nina.
A atuação de Natalie nos permite entender melhor o processo de construção de um personagem, com ela podemos perceber o nível de veracidade que um intérprete pode chegar a passar para o seu expectador.
Na história temos uma jovem de 28 anos que cresceu no ballet e é acompanhada e extremamente protegida por sua mãe. Cheia de regras tem dificuldade de passar para as pessoas que a assistem, algo mais que técnica. O sentimento!
Nesta corrida pelo tão desejado papel do Cisne Negro, inicia uma "tortura" psicológica involuntária, onde o real se confunde com impressões de realidade, que carregam o medo, a angústia, o desejo e necessidades da Nina dentro de sua vida como bailarina e como mulher, o que deixa a quem assiste atônito!
Nina passa por experinências onde jamais se imaginou, mais que no seu íntimo já conhecia e tinha prazer em fazer. Há aqui a demostração de que o bem e o mal mora dentro de qualquer ser humano seja ele criado em que ambiente for, com que princípios forem. Não adianta fugir, em algum momento você será puxado para uma "realidade" que o fará se conhecer instintivamente.
As metáforas do filme são extremamente expressivas e eloquentes, e tem o poder de atingir a qualquer pessoa que o esteja assistindo, pois mesmo não sendo intérprete todos nos temos coisas a superar, a se entregar!
Duas esferas...real e imaginário!
A atuação de Natalie nos permite entender melhor o processo de construção de um personagem, com ela podemos perceber o nível de veracidade que um intérprete pode chegar a passar para o seu expectador.
Na história temos uma jovem de 28 anos que cresceu no ballet e é acompanhada e extremamente protegida por sua mãe. Cheia de regras tem dificuldade de passar para as pessoas que a assistem, algo mais que técnica. O sentimento!
Nesta corrida pelo tão desejado papel do Cisne Negro, inicia uma "tortura" psicológica involuntária, onde o real se confunde com impressões de realidade, que carregam o medo, a angústia, o desejo e necessidades da Nina dentro de sua vida como bailarina e como mulher, o que deixa a quem assiste atônito!
Nina passa por experinências onde jamais se imaginou, mais que no seu íntimo já conhecia e tinha prazer em fazer. Há aqui a demostração de que o bem e o mal mora dentro de qualquer ser humano seja ele criado em que ambiente for, com que princípios forem. Não adianta fugir, em algum momento você será puxado para uma "realidade" que o fará se conhecer instintivamente.
As metáforas do filme são extremamente expressivas e eloquentes, e tem o poder de atingir a qualquer pessoa que o esteja assistindo, pois mesmo não sendo intérprete todos nos temos coisas a superar, a se entregar!
Duas esferas...real e imaginário!






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